“Oh Love” e a trilogia de álbuns do Green Day

Oh Love nos dá uma prévia do que esperar da nova trilogia de álbuns do Green Day: devemos esperar mais ou menos o mesmo de sempre. E isso não é, de modo algum, ruim. GD é uma destas bandas previsíveis demais, e por demais confiáveis – um cachorro velho, fiel, e de hábitos regulares.

A canção é um pouco extensa para os padrões do velho skate-punk, mas embora não seja a regra, músicas mais compridas dão as caras em todos os álbuns do Green Day. O solo de guitarra funciona quase como ato de vaidade, aparecendo apenas “por que sim”. Mas funciona bem na canção que soa um pouco retrô, tanto no visual do clipe quanto na sonoridade.

Green Day é uma destas poucas bandas que ainda consegue fazer este gênero de música com dignidade. É preciso reconhecer que seguir a mesma receita por tantas décadas sem jamais se distrair e errar as medidas não é tarefa fácil. Não é a toa que GD permanece o único grupo canônico do estilo cuja trajetória não possui momentos por demais embaraçosos.

Prevejo que Oh Love se tornará clássico instantâneo no repertório do GD, e confesso que aguardo ansiosa pelo que me parece ser o projeto mais ambicioso da banda – a trilogia Uno!, Dos!, Tré!. A primeira parte do projeto já estará disponível no mês que vem.

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