Uma reflexão sobre B-Sides

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B-Sides frequentemente ficam perdidos na obscuridade dos arquivos de fãs hardcore. Se a principio a expressão se referia simplesmente ao lado B dos LPs, onde não por acaso ficavam as faixas mais experimentais, hoje fazem referência a canções descartadas das versões standard de discos (fazendo com que seja comum que estas faixas recebam o nome de “raridades”).

Muitos artistas lançam discos inteiros com este “material descartado”. Alguns destes albuns se tornam verdadeiras preciosidades como Attack of the Killer B’s (Anthrax), B-Sides (Damien Rice), Sawdust (The Killers), G-Sides (Gorillaz), Shenanigans (Green Day), My Body, the Hand Granade (Hole), Rare Master (Elton John), Garage Inc. (Metallica) e Lost Dogs (Pearl Jam) apenas para citar os que me lembro agora.

Para apreciadores de determinados artistas os B-sides são uma grande oportunidade para conhecer canções que são, frequentemente excelentes, mas pouco comerciais ou muito distantes do gênero pelo qual a banda se tornou conhecida.  Covers de outros artistas e versões alternativas de hits também costumam estar enterrados em meio a lados B. Este gênero de álbum é interessantíssimo para os fãs, e também para os artistas. Embora não esteja completamente fora da lógica da comercialidade, discos de raridades são evidentemente voltados para um público muito mais seleto, e de guarda mais baixa. Valem a pena ser ouvidos com cuidado – discos de B-Sides são um tipo de publicação fonográfica que costuma surpreender.

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